Deputados ligados à cultura, esporte e aos direitos das pessoas com deficiência uniram esforços nessa quarta (16/05/2012). Eles discutiram o estado de abandono da Associação Mineira de Paraplégicos. O espaço de lazer pode acabar virando um restaurante da prefeitura. O vereador Leonardo Mattos (PV), um dos fundadores da AMP foi convidado da reunião. Veja reportagem da TV ALMG!
No dia 16 de maio de 2012, a Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) debateu alternativas para a recuperação e manutenção da Associação Mineira de Paraplégicos (AMP). O vereador Leonardo Mattos (PV), um dos fundadores da AMP foi convidado da reunião. Vejas as fotos!
Razões políticas e má gestão foram apontadas como possíveis causas para o atual estado de abandono da Associação Mineira de Paraplégicos (AMP), localizada em Belo Horizonte. Entre as possíveis soluções apontadas, está a de transformar a instituição em um centro desportivo. A situação da AMP foi discutida durante audiência pública realizada pela Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, nessa quarta-feira (16/5/12). (mais…)
Medidas preveem maior conforto e mobilidade, direito à informação e ao lazer.
Conscientes das limitações e dificuldades enfrentadas pelas pessoas com deficiência, que segundo o IBGE representam hoje quase um quarto da população do Brasil, do Estado e da capital mineira, os vereadores de BH criaram novas normas municipais e assinam diversos projetos de lei que garantem maior inclusão e acessibilidade, contribuindo para a dignidade e a melhoria da qualidade de vida dessa população. (mais…)
Hoje, a isenção já é concedida a pessoas que, apesar de alguma deficiência, podem dirigir com adaptações no carro.
Pessoas com deficiência e que não podem dirigir terão isenção do ICMS na compra de veículos em 2013. A decisão é de convênio firmado pelo Confaz publicado no mês passado. (mais…)
Censo revela que quase um quarto da população em BH e no Brasil declara ter algum tipo de deficiência, mas o dia a dia mostra que cidades não estão adaptadas para essas pessoas.
Entrar no ônibus, caminhar pelas ruas, desviar de obstáculos simples, vencer dois ou três degraus. Parecem tarefas do dia a dia, sem a menor importância ou grau de dificuldade, mas para quase um quarto da população brasileira, podem se tornar verdadeiros desafios. Para um cadeirante, embarcar no transporte coletivo, por exemplo, exige ajuda para subir, no braço, a cadeira de rodas, ou ter a sorte de encontrar um veículo equipado com elevador. Para quem tem deficiência visual, o simples ato de caminhar requer muita atenção, pois um descuido pode resultar em um passo em falso, tropeços e quedas. O orelhão, os abrigos de ônibus e as árvores ganham contornos perigosos, pois quando a bengala não acerta o ponto o corpo se torna presa fácil do mobiliário urbano. Esses obstáculos, invisíveis para a maioria das pessoas, são percebidos da pior forma possível por 550.997 moradores de Belo Horizonte (23% da população) com algum tipo de deficiência, segundo o Censo’2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) . A cidade avança em termos de acessibilidade, mas quem enfrenta a luta diária de poder se movimentar com tranquilidade e conforto sabe que ainda há muito a ser feito. (mais…)